quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Ano Novo...

"Em 2011, ame incondicionalmente.
É bom pra cachorro, pra gato, pra família toda"

Cães na piscina...

Na piscina,sem traumas...

Muitos cães se divertem buscando objetos atirados na água. Nadar é uma ótima atividade. Fortalece a musculatura com a vantagem de não submeter as articulações a impactos com o solo, típicos de esportes como corrida e salto. Por isso, a natação é recomendada por veterinários para cães com má-formação nas articulações (a mais conhecida é a displasia coxo-femoral).
Disposição para nadar
Praticamente todo cão pode gostar de se exercitar na piscina. A espécie canina aceita com facilidade as atividades aquáticas. Tanto que nadar faz parte das funções principais de várias raças, como acontece com o Golden Retriever, o Labrador e o Cocker. Mas qualquer cão só vai gostar de natação se a prática for associada a algo prazeroso, desde o início - jamais a traumas.
Jogar o cão na piscina pode causar trauma e afogamento
Ser jogado numa piscina é a primeira experiência aquática pela qual passam muitos cães. Esse método raramente dá certo. Ao sentir-se repentinamente sem apoio sob os pés e com água dificultando a respiração, o cão, em geral, se desespera. Debate-se, tentando ficar à tona e sobreviver. O cansaço vem depressa e, com ele, o risco de afogamento. Resultado: o cão fica traumatizado. Nunca mais vai querer entrar numa piscina. E passará a resistir a qualquer nova tentativa de ser posto na água.
Associe algo agradável a estar na água
Pode-se começar a treinar o cão para a natação a partir de filhote, depois de ele estar completamente vacinado. É preciso que o cão manifeste vontade de entrar na água. Um bom estímulo é fazê-lo buscar um brinquedo ou petisco. Outra motivação é ele ver um cão conhecido nadando ou o dono chamá-lo de dentro da água.
À s vezes, quando está na água, o cão em vez de nadar em direção do objetivo, começa a bater as patas sem deslocar o corpo para frente – ele parece tentar sair da água, batendo as patas para cima. Nesse caso, é preciso mostrar a posição certa, antes que ele fique exausto e traumatizado. Segure-o firmemente, próximo à superfície, com o corpo para frente (veja foto) na posição horizontal e solte-o em direção à margem ou em direção ao objetivo que ele quer alcançar. Procure ir dando petiscos ao cão durante todo o processo.
Se houver dificuldades para treinar o cão na piscina, o treino inaugural pode ser feito num lago ou praia. A maioria dos cães entra com naturalidade na água rasa e vai em frente quando há algo interessante a alcançar. Nesse caso, a técnica é oferecer petiscos cada vez um pouco mais no fundo, para o cão não acabar desistindo.
É importante facilitar o sucesso da experiência inicial e reforçar o aspecto agradável. Afinal, você quer o cão motivado, sem frustrações nem medos. Por isso, depois de ele ter obtido êxito na primeira tarefa aquática, faça-o nadar mais um pouco, recompensando-o de vez em quando com um petisco. Fique pronto para acudi-lo imediatamente, caso seja necessário.
Terminada a natação, seque bem as orelhas do cão: a umidade pode causar otite (se ele entrou no mar, lave-o antes com água doce, para evitar irritações e alergias).

O cão pode se afogar numa piscina se não conseguir sair dela
As piscinas, em geral, não oferecem recursos para os cães saírem delas por conta própria. Nesse caso, o cão só deve entrar na água se houver alguém para supervisioná-lo. Poucos cães aprendem a sair pela escadinha tradicional. O melhor é que haja uma rampa submersa ou uma escada com degraus largos, que permitam o apoio adequado das patas. É preciso também familiarizar o cão com o uso do recurso disponível.

Interromper latidos incômodos
Alguns cães ficam extremamente excitados quando vêm alguém na piscina. Latem e correm sem parar, de um lado para outro. O controle desse comportamento é feito inicialmente com o cão na guia. A eficácia da repressão é bem maior quando o cão está parado. Mantenha-o próximo a você. No momento exato em que ele começar a latir, dê bronca até os latidos serem interrompidos.

Resumo
1. A natação é um ótimo exercício e uma diversão para os cães.
2. Algumas raças têm a predisposição para gostar de água aprimorada pela seleção genética.
3. Não jogue o cão na água, pois isso poderá traumatizá-lo.
4. Associe entrar na água com brinquedos e petiscos, para o cão se distrair e aprender a gostar de nadar.
5. Ensine o cão a sair da piscina para ele não correr perigo de morrer afogado.
6. Para o cão parar de latir quando houver alguém na piscina, dê bronca no exato momento em que ele emitir o primeiro latido. Inicialmente, mantenha o cão na guia.
Fonte:Site Cão Cidadão(Alexandre Rossi)

sábado, 18 de dezembro de 2010

O Cão é o que ele come...

Fonte de energia e saúde,a ração deve ser apropriada ao tamanho,idade e atividades diárias.
Com carências nutricionais diferentes das nossas,os cães necessitam de uma alimentação balanceada,especifica e de qualidade.Vale lembrar que a nutrição adequada age como uma importante medida preventiva,minimizando a ocorrênciade de distúrbios secundários,como obesidade,patologias ósseas,dentre outros problemas de saúde.Ao escolher o alimento que será a fonte de energia diária para o seu filhote,é importante oferecer uma ração apropriada ao tamanho,idade e atividades exercidas pelo cachorro.
Fonte:Revista Cães

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Rakelli e seus filhotes...

Essa princesa que virou mamãe ,se chama:Rakelli e é de uma amiga minha(Lillian) que mora em Juiz de Fora.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Que fofo...

Os cães e o chocolate...

Você já deve ter ouvido que o chocolate é venenoso para os cães. Porém, como muitos de nós, os cães tendem a abusar do sabor delicioso do chocolate. E o chocolate contém um ingrediente que atua como a cafeína e torna os cães superativos e excitáveis. Se eles comerem chocolate demais, poderão ter convulsões. Portanto,pense duas vezes ,antes de oferecer chocolate ao seu cão.
Fonte:Site Purina

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Importante saber...

A vacinação, a higiene e o acompanhamento veterinário evitam doenças ou diminuem os danos causados por elas nos animais domésticos. Na imagem, um doente vira-lata de rua.
Fonte:Wikipédia

Show...

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Fofuras...

Filhotes da sogra da veterinária de Tico José...

Fofo demais...

Essa fofura de filhote é da sogra da veterinária de Tico José.

Doenças Caninas...

As doenças caninas são as efermidades que atacam os cães, sejam elas especificamente ou não. Essas doenças variam de simples resfriados à fatais, como a cinomose. Para se evitar a maioria das doenças causadas por vírus ou bactérias, a solução é a vacinação. Para outras, a higiene e a boa alimentação são o suficiente.
Entre as doenças que os cães podem ter, algumas se destacam por serem transmitidas para os seres humanos, como as dermatofitoses, as intoxicações por salmonella, a leptospirose e a raiva. Crianças e idosos são mais suscetíveis a estas doenças devido ao sistema imunnológico debilitado ou pouco desenvolvido.
Fonte:Wikipédia

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Sarna...

Pelo nome genérico de "sarna" são descritas várias moléstias causadas por parasitas que vivem na pele dos animais, algumas ocorrendo exclusivamente em animais, outras tanto em animais como no homem, da qual é exemplo a Escabiose (sarna sarcóptica).
A sarna sarcóptica é uma dermatite muito freqüente em países quentes e além de ser popular é também contagiosa, sendo que a demodécica não é contagiosa.
A sarna demodecica é causada por um ácaro que se aloja na base dos folículos pilosos e nas glândulas sebáceas, tanto em animais sarnosos como nos normais. Caso não seja devidamente tratada, além de causar queda de pêlos generalizada, pode levar à morte, pela infecção secundária que se estabelece na pele do animal causada por germes patogênicos encontrados inclusive na terra ou pelagem dos próprios animais, agravada ainda pela coceira intensa que provoca, levando a escoriações causadas pelas unhas do próprio animal no ato de se coçar.
A sarna demodecica não é contagiosa para o homem, não havendo necessidade de maiores cuidados por parte das pessoas que com o animal doente tenham tido contacto. Porém, é altamente contagiosa para outros cães ou gatos que com o mesmo convivam, até de forma indireta, através de panos ou objetos infectados. A sarna sarcóptica é transmissível ao homem.
Etiologia:
Os ácaros causadores das sarnas preferem regiões com poucos pelos (especialmente o pavlhão, abdômen e os jarretes). Uma vez no hospedeiro (o cão), as fêmeas cavam galerias embaixo da pele, por onde põem seus ovos, que se tornam larvas; essas se alimentam da epiderme.
Os ácaros penetram na camada mais profunda da epiderme, denominada germinativa, responsável pela regeneração da pele, perfurando-a e revestindo-a com queratina, fazendo com que se crie uma parede cornificada, provocando assim esfoliação das camadas superiores. Novas lâminas de camada córnea são geradas em reação defensiva frente aos ácaros, aos quais tenta o organismo bloquear, resultando disso tudo maior vascularização da epiderme com conseqüente rubor e calor, que se expressa na inflamação.
Os parasitas carregam consigo germes que são os causadores das infeções secundárias que se estabelecem no local, e que põe em alerta as defesas naturais do organismo do cão, que passa a combater não apenas um invasor parasita, mas também a bactéria ou fungo, o que complica ainda mais o quadro.
É extremamente importante que a doença seja diagnosticada rapidamente para que haja um combate mais efetivo do parasita e de suas larvas.
O ácaro da sarna, principalmente sarcóptico, causa intenso prurido (coceira), ao escavar a pele; seca, engrossa e enruga. Forma-se crostas nas áreas afetadas. As lesões aparecem primeiro na cabeça, em torno dos olhos, orelhas e focinho; daí estende-se pelas costas, abdômen e patas.
O ácaro demodécico pode causar diversas lesões, desde pequenas placas em torno dos olhos; sendo essa sanguinolenta ou purulenta, a pele fica congesta e com pigmento escuro de intensidade variável.
Diagnóstico:
O diagnóstico deve ser feito por um veterinário através do exame clínico do cão, a partir da análise das substâncias encontradas na pele do animal. Muitas vezes é preciso que haja um exame mais elaborado para se determinar o diagnóstico final.
É importante que o diagnóstico seja feito por um veterinário para que os sintomas sejam corretamente interpretados, uma vez que existe uma série de dermatites de caráter alérgico e que tem sintomas semelhantes.
Tratamento:
O tratamento deve ser meticuloso e personalizado, ou seja, específico para cada caso. Para isso, é necessário conhecer as lesões, tamanho, peso e espécie do animal. O tratamento vai agir em várias frentes, entre elas o controle das feridas que existem na pele do cão e a higienização do local em que vive, o que, eventualmente, pode implicar no isolamento do cão portador da doença.
O mais importante neste caso é não seguir nenhum tratamento por orientação de leigos para não prejudicar a evolução clínica e a eficácia do trabalho do veterinário.
Texto produzido a partir das seguintes fontes:
Revista Geração Animal
Revista Saúde Aninal
Carmello Liberato Thadei Médico Veterinário - CRMV-SP-0442)
Fonte:Google

Que lindo...

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Apontador de cães...

Você já ouviu falar em apontador de cães? É aquela pessoa que ajuda os cachorros a cruzarem. Hoje o Mais Você conheceu a história do Nino. Ele mora no Rio de Janeiro e é apontador de cães há 30 anos. Não existe curso para ser apontador e Nino não usa instrumentos: só as mãos e a intuição. Ele, que tem 62 anos, diz que perdeu as contas de quantos acasalamentos já fez.

“Foi uma coisa que aconteceu espontaneamente. Um dia veio uma fêmea de Porto Alegre para acasalar com um cachorro nosso e a fêmea teve dificuldade, aí eu ajudei e deu certo. Com o tempo todo mundo tomou conhecimento e, quando precisam, chamam o nino”, explica o apontador.

Fonte:Site Mais Você

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Corte no rabo do cão é coisa para veterinário...

Cirurgia quase sempre estética, a caudectomia ou corte da cauda dos cães exige cuidados, pois, mesmo sendo considerada um procedimento cirúrgico simples, a operação pode ter conseqüências desagradáveis se não for feita da maneira correta e se o pós-operatório não for seguido com os devidos cuidados.

Há vezes em que o corte do rabo do cachorro se faz necessário não somente por questão estética. Exemplos são os casos de traumatismos ou tumores em cauda que, geralmente, ocorrem em cães mais velhos, o que exige a amputação do rabo.

A caudectomia é bem simples de ser realizada, mas o cuidado começa na escolha de quem irá fazer a cirurgia. Infelizmente, há pessoas sem formação profissional própria que praticam o corte do rabo dos cães. A prática é crime, porque caracteriza o exercício ilegal da profissão.

Entregar seu cão para pessoas inaptas, ou seja, que não são veterinários, submeterá seu animal a riscos que vão desde infecções até parasitas e sangramentos conseqüentes de cirurgias feitas com amadorismo.

"Por isso é importante que a cirurgia, mesmo simples, seja realizada por um profissional, no caso o veterinário, que, com certeza, tomará todos os cuidados assépticos para a realização do procedimento", alerta o veterinário Thiago Chorfi, de São José.

Algumas raças tem como padrão a realização da caudectomia. Entre elas estão poodle, cocker spaniel inglês, yorkshire terrier, fox paulistinha, boxer, schnauzer, weimaraner, rottweiler, dobermann e pinscher.
Fonte:Google

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Mãe e Filhotes...

Gestação Canina

O aparelho reprodutivo está perfeitamente formado no terceiro cio. Sendo o período ideal para o primeiro cruzamento.
Vinte e um dias é o tempo de cio da fêmea. Ocorrendo o sangramento, do 9º ao 14º dia é quando a fêmea aceitará o macho para cobertura.
Os cuidados que a cadela requer antes do cruzamento envolvem vacinação, vermifugação e mudanças na alimentação, ou seja, seu pré natal.
Um mês antes do cruzamento deve-se vermifugar e vacinar (se for necessário). A alimentação no caso de ração deve ser trocada por ração de filhotes. E o veterinário deve ser consultado sobre vitaminas adequadas se necessário.
57 à 62 dias é o período normal de gestação, passando do 62º consultar um profissional imediatamente.
Os cuidados que antecedem o parto são, evitar stress como banhos, visitas, viagens longas e não forçar exercícios.
Dois dias antes do parto a fêmea dá sinais que vai parir, podendo perder o apetite e procurando um local para os filhotes.
Durante o parto, os filhotes nascem com um intervalo de 30 minutos a duas horas. Passado este período de tempo o ideal é chamar um veterinário.
É natural a fêmea comer a placenta no parto e as fezes dos filhotes para manter a higienização do ambiente da cria.
Não existe problemas se uma fêmea de cão ou gato não cruzar durante toda sua vida reprodutiva, não existindo risco de doenças.
Fonte:Google

Florais de Bach

Florais de Bach indicados para tratar o estresse do animal. Essa lista não é um guia – é, meramente, uma sugestão. Consulte o terapeuta floral:
- rescue
Trata o estresse e a tensão. Restitui a calma.
- walnut
É usado sempre que ocorre alguma mudança para os animais.
- wild oat
Para tratar o tédio. Falta de propósito na vida.
- impatiens
Para tratar a impaciência, a irritabilidade.
- heather
Para tratar animais que fazem barulho para chamar atenção ou por sentirem solidão.
- white chestnut
Trata a preocupação e a insônia. Para qualquer comportamento obsessivo.
- holly
Para tratar ciúmes. É útil quando um bebê ou um outro animal passa a conviver no mesmo ambiente.

- sweet chestnut
Trata a angústia mental.
- willow
Trata o comportamento rancoroso e o mau-humor.
- chicory
Trata os ciúmes, o amor condicional. Trata a necessidade de chamar a atenção.

Fonte:Google

Ossos...

Osso Artificial para Cães feito em puro couro Bovino.
Ótimo para limpar os dentes e anti stress.
Fonte:Google

Natal chegando...

domingo, 28 de novembro de 2010

10 Mandamentos para posse responsável de animais...

1-Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados.
2-Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.
3-Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico.
4-Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo.
5-Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente.
6-Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.
7-Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.
8-Recolha e jogue os dejetos (cocô) em local apropriado.
9-Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).
10-Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.
Fonte:Arca Brasil

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Gripe Canina...

Os cachorros, como a gente, também podem pegar gripe. Em cães, essa doença é chamada de tosse dos canis ou traqueobronquite infecciosa canina. Ela é altamente contagiosa entre os cães, mas raramente evolui para algo mais grave. No entanto, os cachorros doentes podem ter muito incômodo para comer ou dormir.
Muitas pessoas pensam que, por ser chamada de tosse dos canis, essa doença só é transmitida, se o animal ficar num canil, mas isso não é verdade. Como ocorre na transmissão da gripe entre seres humanos, qualquer cachorro que compartilhar um mesmo ambiente pode pegar gripe de outro, ou seja, num simples passeio pelo parque, durante um banho no pet shop ou estada de final de semana no hotel etc.
A gripe canina é causada por diversos agentes infecciosos, entre os quais se incluem o vírus da parainfluenza, a bactéria Bordetella bronchiseptica e o adenovírus tipo 2, além de micoplasmas, reovírus e herpesvírus que também contribuem para a ocorrência dessa doença.
Na maioria dos casos, a gripe é resultado da presença de mais de um desses microorganismos, sendo que o agente mais comum é o vírus da parainfluenza que provoca sintomas leves que duram até 6 dias, se não estiver presente nenhuma bactéria.
A bactéria mais observada em casos de gripe canina é a Bordetella bronchiseptica.
O clima frio e seco favorece o aparecimento da gripe canina, que é facilmente transmitida de um animal doente para outros por meio da tosse e espirros ou objetos contaminados. A transmissão aumenta quando há aglomeração de animais, como em parques, praças, canis, hotéis, abrigos e lojas de animais.
Não. Você não vai pegar gripe se ficar perto de seu cachorro quando ele estiver com gripe.
Fonte:Google

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

8 Anos de Tico José

25/11/2010

É Hoje...

Parabéns Tico ,te desejo muita saúde,muitas alegrias,que Jesus te abençõe sempre ,que você tenha muitos anos de vida ao lado da família que te ama tanto...
Você entrou na nossa vida por acaso e transformou tudo,você veio numa época de mudanças e a maior e melhor mudança foi ter você ao nosso lado;são tantas histórias sobre você e todas com muito amor,esse amor puro,incondicional ,que sentimos por essa bolinha peluda,levadaaaaaaaa,amigo,esse principe que preenche nossas vidas...
Existe a nossa vida antes e depois de Tico,e somos muito,mas muito felizes por ter você ao nosso lado...
Te amamos muitooooooooo,beijos da sua família:Pedro Henrique(o pai),Marcinha(a mãe ) e Paulinha(a irmã)...

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Paulinha e Lilly

Cão e Bebê

Você acabou de ter um bebê. Preocupado com a reação de seu cachorro, entra em casa com todo o cuidado para que ele não cheire nem chegue perto da criança, até o prende para evitar problemas. Instala seu filho no seu quarto e, a partir desse dia, seu cão fica proibido de entrar lá. Quando o bebê vai para a sala e o cão tenta se aproximar, você logo grita para que se afaste ou ainda o põe para fora e fecha a porta.

Seu pet ainda é muito amado, mas a alegria, a novidade e os cuidados dispensados a uma criança recém-chegada são tão grandes que o Totó acaba sendo ignorado. Infelizmente, muitos proprietários de cães acabam agindo dessa forma, chegando a doá-los e até mesmo sacrificá-los, com medo que ataquem as crianças. No caso específico dos gatos, seus donos, levados por uma velha crença, temem que os bebês sejam sufocados por ciùme.

Porém, para o Totó, a situação é outra. Seu dono volta para casa com algo embrulhado em panos e, em vez de fazer festa e passar a mão nele, fica irritado com sua presença e grita: "Sai daqui!". Desde que "aquilo" chegou, as coisas mudaram: o cão não recebe quase carinho nem pode entrar no quarto onde colocaram "aquilo"; e esse era o quarto favorito dele, onde dono e cão passavam horas conversando e brincando. Quando o dono chega sem o embrulho, dá atenção, mas quando está com ele, expulsa o cachorro. "Eu não gosto do embrulho", pensa o cão abandonado.

O pensamento do Totó explica bem a situação. Qualquer ser inteligente não vai gostar de algo que transformou sua boa vida em algo ruim. Procure entender as associações que seu co possa estar fazendo e lembre-se de que seu grande amigo não merece ser esquecido por você ter decidido ter um filho. Tente sempre:
. impedir que o cão entre no quarto do bebê alguns dias antes de ele chegar, assim evitará a associação de perda de território com a presença da criança.
. levar um pano com o cheiro do bebê para o cachorro e deixe-o cheirar, brincar e até dormir com o pano, assim associará o cheiro da criança com coisas positivas.
. dar atenção e petiscos para seu mascote sempre que o bebê estiver presente.

Seguindo esses passos, é praticamente impossível que surjam problemas na relação do cão com a criança. Lembre-se de como você é importante para seu pet e que o mundo dele gira em torno de você.

Não à agressividadeNo entanto, há casos em que os donos vão necessitar de orientação profissional para contornar os problemas causados pelo ciúme, principalmente quando os sinais de agressividade já estão evidentes. Tome cuidado:
Não reforce um comportamento negativo. Por exemplo, se você estiver andando pela casa com o bebê no colo e o cão se aproximar rosnando, na tentativa de criar boas relações, e você jogar um petisco para ele, vai estar recompensando-o por rosnar. Suas intenções não bastam, o importante é o que o seu cão percebe. Para ele, você jogou o biscoito porque ele estava rosnando.

Um cachorro superpossessivo que impede qualquer pessoa, inclusive o marido, de se aproximar de sua dona vai se sentir recompensado sempre que, ao rosnar e latir, quem estava se aproximando se retirar, mesmo demonstrando que está bravo. Com isso, o animal conseguiu o que queria: evitar a aproximação da outra pessoa. Nesses casos, procure evitar o sucesso em sua intenção: garanta que a pessoa consiga chegar perto de você ou vice-versa. Para evitar as eventuais mordidas, procure progredir pouco a pouco.

Esses problemas são menos freqüentes em gatos, mas acontecem. Agora, se você está se desfazendo de seu bichano por medo que sufoque seu bebê, saiba que não existe nenhuma evidência concreta de ocorrências dessa natureza nem trabalho sério que a relate.(Alexandre Rossi)

domingo, 21 de novembro de 2010

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Cães no carro...

Carro em movimentoProcure imaginar os piores cenários e prepare-se para eles. Assim, caso ocorram, você estará em situação privilegiada, que lhe permitirá agir com muito mais calma e segurança. Lembre-se de que diversas vidas poderão estar em jogo com o carro em movimento. Incluindo a sua e a do seu cão. A melhor maneira de evitar acidente é deixar o cão contido, de modo que não possa circular de um lado para outro no interior do veículo. Levá-lo dentro de uma caixa de transporte ou preso em um cinto de segurança próprio para cães são ótimas maneiras de transportá-lo. Caso o cão esteja com guia, certifique-se de que ele não consegue ir para o banco da frente nem pular a janela ou ter acesso a qualquer coisa perigosa.
Cão sob o pedal do freio ou em cima do freio de mão: uma fração de segundo pode ser preciosa durante uma situação de risco de acidente. Se não houver tempo para tirar o cão do colo ou para evitar que entre em baixo dos pedais, por exemplo, o resultado pode ser desastroso. Grande parte dos acidentes ocorre porque o motorista fica impedido de usar imediatamente o freio do carro.
Cão histérico ou que ataca transeuntes: o cão que late e pula de um banco para outro tira facilmente a concentração do motorista. Isso, obviamente, aumenta a chance de acidente. Alguns cães tentam atacar qualquer pessoa que chega perto do carro. Infelizmente, o ataque não ocorre só contra o ladrão que quer invadir o carro e dominar o motorista. Ocorre também contra crianças pedindo dinheiro no farol e contra um amigo que se aproxima para cumprimentar você, por exemplo.
Cão que pula pela janela: diante de um estímulo irresistível, o cão pode resolver pular pela janela do carro. Não é preciso dizer que esse comportamento é extremamente perigoso. Principalmente se o carro estiver em movimento ou em lugar bastante movimentado. Por isso, nunca deixe o cão saltar pela janela do carro, mesmo que o automóvel esteja dentro de um parque ou em situação totalmente segura. Pular pela janela é um hábito demasiadamente perigoso e deve ser totalmente inibido.
Fonte:Alexandre Rossi

domingo, 14 de novembro de 2010

Laila

Laila tem medo de chuva...

Cães com medo de chuva...

Não são poucos os donos que relatam casos de cachorros com medo de chuva e de trovões. Alguns se escondem, tremem, choram, outros fogem ou até derrubam móveis e objetos.
Terapias de dessensibilização (acostumar o cão com os barulhos que lhe causam medo), e mesmo o uso de medicamentos que auxiliam no bem estar emocional do cachorrinho levam pelo menos uns 30 dias para surtir um efeito satisfatório.
Fonte:Google

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Moda Canina

Moda Canina

Cães e gatos na moda: Blumenau Pet Fashion traz desfile com as tendências Primavera/Verão

Marcas nacionais de internacionais estarão presentes com novidades em roupas e acessórios para animais de estimação

Nos dias 20 e 21 de novembro, a região sul recebe um grande evento do mercado pet e veterinário. O Blumenau Pet Fashion, programado para acontecer no Parque Vila Germânica em Blumenau/SC, reunirá em um mesmo local feira de negócios, concurso de tosa artística, cãominhada noturna, exposição de gatos, shows de agility, simpósio com renomados profissionais do setor e o espaço social CãoTerapia. A expectativa dos organizadores é atrair um público de 15.000 visitantes.

O destaque do evento será o desfile que mostrará as tendências nacionais e internacionais do mundo fashion para os animais de estimação e está previsto para acontecer nos dois dias do evento. A moda Primavera/Verão será destaque entre as grifes confirmadas, entre elas Pet In Bag, Ridelf e uma novidade internacional em roupas e acessórios - a marca Cadelin da Espanha.

Poás, navy, floral e outras estampas que são tendência da moda estão presentes em macaquinhos, vestidos e coletes em tecidos leves para a próxima estação. A sofisticação fica por conta dos gorros e tecidos tecnológicos e impermeáveis que farão parte dos looks Primavera/Verão para pets.

Parte da verba arrecadada com a entrada dos desfiles será revertida para as ONG´s participantes do evento. As tendências em roupas, acessórios e estética serão clicadas pelo mais famoso retratista de pets do Brasil, o fotógrafo Lionel Falcon, que terá estúdio fotográfico e produzirá books dos pets dos visitantes interessados, além de realizar uma exposição no local.

Fonte:Petguide news

Como o ser humano se realiza através de seu cão ou gato...

As realizações que os animais de estimação são capazes de proporcionar aos seres humanos vão muito além daquelas que você pode imaginar... Até mesmo os atos mais simples que o cachorro ou o gato fazem no dia-a-dia podem despertar uma imensa alegria em seus donos.
Quem não fica feliz da vida ao ver o cachorro se divertindo, brincando na lama ou correndo de um lado para o outro? Ou ver o bichano super entretido, brincando no arranhador? Segundo diversos estudiosos, especialistas em analisar a relação entre homem e pet, esse tipo de satisfação que os bichos conseguem provocar em seus proprietários é a chamada realização indireta, isto é, realizar-se através do outro.
Assim como um pai que vê o filho se divertindo, os donos se sentem bem quando observam o animal fazendo coisas bastante simples, como andar descalço e cheirar a grama, por exemplo. No caso dos cachorros, esses pequenos gestos representam um mundo inteiro de descobertas e satisfações e, através da felicidade que demonstram nesses momentos, conseguem provocar esse mesmo sentimento nos proprietários.
Essa realização também se manifesta através das ações que as pessoas não se permitem fazer no cotidiano, mas que os cães e gatos podem realizar com a maior naturalidade: rosnar para quem não gosta, correr pela casa, cheirar as partes íntimas dos outros cachorros, rolar na grama, como fazem os cães, ou mesmo se esfregar nas pessoas e participar daqueles mega encontros de madrugada, no caso dos felinos... Coisas que, por diversas convenções sociais, os seres humanos não podem fazer em público, porém, se divertem ao ver o animal fazendo. Dessa forma, o dono acaba realizando o desejo de executar todas estas proibições por meio do comportamento desinibido de seu pet.
Pessoas mais tímidas e introspectivas também costumam sentir este tipo de compensação. Graças à espontaneidade de seus cachorros e gatos, que podem lamber, pular e se esfregar em todo mundo, os mais contidos conseguem realizar o desejo de interagir com as pessoas de forma mais extrovertida, mesmo que sua timidez não lhes permita.
O mesmo também vale para as pessoas com limitações físicas, como os portadores de necessidades especiais e idosos. Estes indivíduos conseguem suprir a falta de movimentos através do prazer que sentem ao observar o pet correndo e brincando. É como se ele próprio estivesse ali, correndo, ou seja, realizando algo que a falta de mobilidade lhe impede de fazer. Essa empatia é um dos motivos pelo qual os cães, especialmente, auxiliam, e muito, em terapias utilizadas durante o tratamento de pessoas deficientes ou portadoras de determinadas doenças, principalmente quando os pacientes são crianças ou pessoas idosas.(Alexandre Rossi)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Trailer Marley e Eu - Cine Vibe

Fila Brasileiro

Fila Brasileiro

O fila brasileiro é uma raça de cão de grande porte desenvolvida no Brasil. São usados frequentemente como cães de guarda e cão boiadeiro.
Primeira raça brasileira a ser reconhecida internacionalmente pela FCI, o fila brasileiro é um personagem anônimo da História do Brasil desde os tempos do descobrimento, quando ajudou os colonizadores na conquista do território brasileiro, seja protegendo as comitivas dos Bandeirantes de ataques de nativos e de onças ou suçuaranas, e até mesmo foi usado pelos colonizadores para recapturar escravos fugitivos.[1]
Fila brasileiro fêmea jovem
Historicamente, os filas sempre estiveram presentes em todas as regiões do território brasileiro, mas a rota dos tropeiros, levando mercadorias do interior do território para o litoral, influenciou, entre outras coisas a maior presença desta raça em determinadas regiões, porque os tropeiros sempre tinham suas comitivas protegidas por filas, com isto, sua incidência sempre foi maior nas regiões centro-oeste e sudeste, principalmente em Minas Gerais.[1] Mas algumas gravuras do século XIX, apresentadas pelo príncipe Maximilian zu Wied-Neuwied, atestam que esta raça já estava presente no nordeste brasileiro desde esta época,[2] a primeira mostra vaqueiros vestidos com chapéus e roupas de couro, característicos desta região, estão perseguindo um boi e auxiliados por um fila, chamados na época de cabeçudos onceiros ou boiadeiros, na segunda gravura, o príncipe relato o fato no sul da Bahia, onde quatro cães de grande porte e com formato corporal retangular, características do fila, estão acuando uma onça em cima de uma árvore.
O fila brasileiro teve seu apogeu nas décadas de 1970 e 1980, quando era uma das raças com maior número de registros. Nesta mesma época, criadores tentaram mudar o padrão oficial da raça para abrandar o temperamento agressivo que, de certa forma, era exaltado no padrão anterior. Uma escolha que hoje em dia é polêmica, alguns criadores acreditam que o fila é um cão necessariamente com ojeriza a estranhos, mas muito dócil com a família e crianças, outros também concordam que ele é muito dócil com a família e crianças, mas preferem um temperamento de guarda mas brando, onde o cão não aceitaría uma invasão territorial, mas aceitaría uma visita acompanhada de seu dono. O fato é que a expressão "possui aversão a estranhos" continua em seu padrão oficial.
O fila brasileiro é conhecido pela fidelidade e devoção extremas ao dono, características que criaram um provérbio brasileiro secular que diz, "fiel como um fila", tais características comportamentais foram apreciadas durante os séculos de desenvolvimento da raça, o que ajudou a popularizá-la.(Wikipédia)

terça-feira, 9 de novembro de 2010

10 Pedidos do cão ao seu dono...

10 Pedidos de um Cão ao Seu Dono

1. Minha vida, dura apenas uma parte de sua vida.
Qualquer separação de você, significa sofrimento para mim.
Pense nisso antes de me adotar.

2. Tenha paciência e me dê um tempo para que eu possa compreender o que você espera de mim.
Você também nem sempre entende exatamente as coisas que eu espero de você.

3. Deposite sua confiança em mim, pois eu vivo disso e vou compensá-lo por isso mais do que ninguém.

4. Nunca guarde rancor de mim ou me prenda de castigo, se eu aprontar alguma, você tem amigos além de mim, tem seu trabalho e seu lazer, mas eu só tenho você.

5. Converse comigo, eu não entendo todas as palavras, mas me faz bem ouvir sua voz falando só para mim.

6. Pense bem como você, seus amigos e visitas me tratam!
Eu jamais esquecerei.

7. Também pense que quando você quiser me bater, eu poderia quebrar todos os ossos da sua mão, mas eu não lanço mão deste recurso.

8. Se alguma vez você não estiver satisfeito comigo porque estou de mau humor, preguiçoso ou desobediente, pense que talvez minha comida não esteja me fazendo bem, ou que meu coração já esteja um pouco cansado e fraco.

9. Por favor,tenha compreensão comigo quando eu envelhecer.
Não pense logo em me abandonar para adotar um cãozinho novo e bonitinho.
Você também envelhece.

10. E, quando chegar meu último e mais difícil momento, pois será o momento da partida, fique comigo.
Não diga: não posso ver isso.
Com a sua presença tudo será mais fácil para mim.
A fidelidade de toda a minha vida de cachorro valeu a pena.
Fonte:Google

Tico José

Tico José adora essa cadeira...

sábado, 6 de novembro de 2010

Carrapatos

<>
Carrapatos
Como agem, como tirá-los da pele de seu cão e que produto usar
Na primavera, com a chegada do calor, também aparecem os carrapatos. Para poder reproduzir-se, a fêmea precisa de sangue e seu cão é um de seus hospedeiros favoritos .
O carrapato espreita em zonas com bastante vegetação, jardins, parques, terrenos baldios. Assim, seu cão deve encontrá-los facilmente quando sai para passear.
Alguns dados técnicos sobre os carrapatos:
• As espécies mais comuns são: Rhipicephalus sanguineus, Ixodes ricinus, Ixodes hexagonus e Dermacentor reticulatus.
• Medem entre 0,35 e 1,5 centímetros
• Uma fêmea adulta coloca entre 2.000 e 4.000 ovos.
• Estes ovos podem sobreviver até três anos no meio ambiente.
• Quando jovens têm seis patas, mas na idade adulta crescem mais duas patas.
• Os carrapatos se escondem até em árvores à espera de um hospedeiro.
Quando um cão se aproxima de um carrapato, o danado saltará em cima dele, caminhando por sua pelagem até chegar a seu lugar favorito, que costuma ser:
• A região das orelhas
• Entre os dedos do pé
• Próximo aos olhos, nuca e pescoço
São nesses lugares que a pele do cão é mas fina e com maior fluxo sangüíneo.
Se o cão não for tratado com um produto antiparasitario é normal encontrarmos carrapatos. Não se preocupe, não tem nada a ver com a higiene do cão. Um simples passeio é suficiente para que seu cão tenha carrapatos. Não há cão no Brasil livre desses bichos.
De qualquer forma, é provável que não detecte o carrapato se não procurar. Seu sucesso evolutivo está justamente no fato de passarem desapercebidos. Quando picam seu cão, ele não sente, pois, antes de introduzir sua boca, parecida com um estilete, o carrapato deposita uma pequena quantidade de saliva com propriedades anestésicas. Ao picar não causará nenhuma dor.
Mas ainda assim, a picada causará danos.
Danos causados pelo carrapato:
• Lesões de pele causadas pela ação mecânica da mordida
• Efeitos tóxicos, já que a saliva do carrapato contém enzimas e neurotoxinas que pode provocar paralisias,
• Debilidade e anemia, ao consumir grandes quantidades de sangue,
• Transmissão de outras doenças.
Encontrei um carrapato no meu cão, como faço para tirá-lo?
Em primeiro lugar, arrancar o carrapato é contraindicado. O máximo que fazemos é eliminar parte do corpo, sendo que o resto fica ainda aderido ao cão, podendo provocar infecções.
O ideal é aplicar umas gotas de vaselina ou parafina ao redor, esfregá-lo um momento até que amacie um pouco a pele e depois tentar retirá-lo suavemente. Depois podemos nos desfazer do carrapato colocando-o no álcool para que não escapem os ovos e morram. É importante lavar as mãos depois de manipulá-los.
Também existem instrumentos especiais para a extração do parasita, como pinças de carrapatos, que podem ser adquiridas em lojas especializadas.
Fonte:Google

Pulgas

Elas se reproduzem com uma velocidade incrível, tendo que ser combatidas logo no início para não saírem fora do controle. Sua reprodução acontece normalmente em ambientes na própria residência,  ou seja, o cão adquire algumas na rua, em passeios, por exemplo, e em casa elas encontram um ambiente propício para fazer a desova, podendo permanecer no local por até um ano! Por isso, podemos dizer que o cão apenas faz o transporte delas e, na presença de umidade e calor elas se proliferam.
Sabendo que elas apenas se alimentam do cão sugando seu sangue, você pode seguir algumas dicas para tentar impedir a infestação: dando um banho anti-pulgas e certificando-se de que todas foram mortas, e depois de secá-lo, solte-o livremente pela casa, se em uma hora depois você não observar nenhuma pulga significa que seu cão não estava infestado e sua casa também não.
Já, se encontrar várias pulgas a residência deve ser tratada juntamente com o cão, fazendo dedetizações duas vezes a cada 3 e 4 semanas. E o cachorro deverá tomar banhos anti-pulgas e utilizar produtos específicos, além de ter o acompanhamento de um veterinário.
Fonte:Google